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Oasis prova sua história em São Paulo

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Não teve jeito, show do Oasis em São Paulo já virou sinônimo de chuva. Repetindo a apresentação de 2006, só que desta vez com uma intensidade bem menor, São Pedro mandou água para tentar esfriar a empolgação dos fãs dos irmãos Gallagher, e não conseguiu.

Ajudados por uma apresentação competente e profissional (até demais), as cerca de 25 mil pessoas que foram a Arena Anhembi, no último sábado (9), viram o Oasis fazer um apanhado de sua carreira em pouco mais de 1h40.

Pontualmente às 22h, “Fuckin’ In the Bushes”, de Standing on the Shoulder of Giants (1999), deu a deixa para a entrada da banda que logo emendou “Rock’n’Roll Star”, de Definitely Maybe (1994), “Lyla” e “The Shock of the Lightning”, esta segunda tirada do último trabalho do grupo Dig Out Your Soul (2008).

Ao vivo, Liam e Noel ganham a companhia dos excelentes músicos Colin Archer (guitarra), Andy Bell (baixo), Chris Sharrock (bateria) e Jay Darlington (teclados), que mostraram uma ótima sincronia, principalmente com o Gallagher mais velho.

Liam por sinal se manteve frio, pra poucos amigos (assumindo em seguida, via Twitter, estar gripado). Cantou com as mãos nos bolsos, em alguns momentos dava as costas para o público, saia do palco quando Noel cantava e até se desentendeu com uma pessoa da área VIP, que passou o show inteiro tacando coisas no vocalista do Oasis.

Este mala, pra não dizer outra coisa, quase pôs fim a apresentação, quando Noel tomou as dores de Liam e avisou: “se continuar tacando coisas nós vamos sair do palco”.

Os melhores momentos da banda foram justamente quando Noel assumiu os vocais: em “Waiting for the Rapture”, de Dig Out Your Soul (2008), e “The Masterplan”, de The Masterplan (1998). “Qual o problema do Oasis com chuva em São Paulo?” brincou o guitarrista. “Toda vez que tocamos aqui chove!”.

Antes de por fim a primeira parte, o Oasis levantou o público com clássicos de seus dois primeiros álbuns como “Morning Glory” e “Wonderwall”, de (What’s the Story) Morning Glory? (1995); e “Supersonic”, de Definitely Maybe (1994), que fechou a apresentação.

Oasis – Wonderwall” @ São Paulo, 2009 from Urbanaque on Vimeo.

Após a pausa clássica (bem rápida), a banda retornou para o habitual bis. Começou de forma arrepiante com “Don’t Look Back in Anger”, com Noel fazendo backing vocals pro coro de 25 mil fãs.

Oasis – “Don’t Look Back in Anger” @ São Paulo, 2009 from Urbanaque on Vimeo.

Em seguida vieram “Falling Down”, de Dig Out Your Soul (2008); “Champagne Supernova”, com novo coro da plateia; e “I Am the Walrus”, dos Beatles, o cover escolhido para fechar os shows da turnê de Dig Out Your Soul (2008).

Noel foi o último a deixar o palco. Agradeceu aos brasileiros, que enfrentaram a chuva, e pôs fim a terceira passagem dos britânicos pela capital paulista. Provando mais uma vez que, mesmo não tendo a relevância dos áureos anos 90, grupos como o Oasis fazem (muita) falta em tempos de pop descartável.

Set List:
“Fuckin’ In the Bushes (intro)”
“Rock’n'Roll Star”
“Lyla”
“The Shock of the Lightning”
“Cigarettes & Alcohol”
“The Meaning of Soul”
“To Be Where There’s Life”
“Waiting for the Rapture”
“The Masterplan” “Songbird”
“Slide Away”
“Morning Glory”
“Ain’t Got Nothing’”
“The Importance of Being Idle”
“I’m Outta Time”
“Wonderwall”
“Supersonic”

BIS:
“Don’t Look Back in Anger”
“Falling Down”
“Champagne Supernova”
“I Am the Walrus”

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