PODCAST | ESTAÇÃO URB #22 | BRUNO SOUTO

O pernambucano fala de seu segundo disco solo, Forte, e sobre a sua fase pós banda Volver

PODCAST | ESTAÇÃO URB #22 | BRUNO SOUTO

PODCAST | ESTAÇÃO URB #20 | MAHMUNDI

Marcela Vale fala sobre o processo de amadurecimento até lançar seu disco solo

PODCAST | ESTAÇÃO URB #20 | MAHMUNDI

ESPECIAL: MELHORES DISCOS NACIONAIS DE 2016

Analisamos 28 lista de melhores discos nacionais para eleger os 10 melhores discos de 2016

ESPECIAL: MELHORES DISCOS NACIONAIS DE 2016

Um senhor de 84 anos caminha pelas ruas do Queens, em Nova York, cantarolando canções pouco compreensíveis. A mistura de iodelei (gênero típico dos alpes austríacos) com rock dos anos 50 e pegada punk causa estranhamento e admiração por onde passa o eterno aspirante a rockstar.

Este é o protagonista de “Avalanche Bob”, documentário dirigido e editado pelo cineasta brasileiro Rafael Bergamaschi. O curta-metragem, que recém-estreou no festival de Clermont-Ferrand, na França, levanta uma questão que de tempos em tempos surge no mundo da música: qual o limite entre a loucura e a lucidez?

Produzido ao longo de um ano, o filme é um retrato intimista de uma mente extremamente criativa. Bob projeta seus sonhos e aspirações nas centenas de canções que ele compõe diariamente em um carcomido gravador a pilha. Os temas variam da morte ao amor, passando por super-herois, jingles para comerciais e, principalmente, músicas sobre snowboard. Mesmo sem nunca ter gravado um disco, o cantor crê que a fama mundial é apenas questão de tempo.

“Sobreviver no mundo da música não é fácil. Talvez um pouco de auto-ilusão seja necessário para seguir encontrando motivação”, opina Bergamaschi. O diretor ainda vai além. Para ele, a excentricidade geralmente é benéfica para a arte. “A melhor música e’ a que parece sair das entranhas de quem canta. Como acessar algo tão profundo se mal conseguimos deixar a realidade cotidiana que nos cerca?”, indaga.

“Avalanche Bob” está atualmente no circuito de festivais pela Europa e deve estrear no Brasil no segundo semestre deste ano.

Outros filmes que tratam da mesma temática:

“Loki – Arnaldo Baptista”. Filmado em 2008, o filme é uma biografia do músico que foi um dos fundadores da banda Os Mutantes nos anos 60. Além’ do talento, Arnaldo ficou marcado também por ter saltado pela janela de um hospital psiquiátrico. O acidente o deixou em coma por quatro meses.
“The Devil and Daniel Johnston”. Quando o cantor e compositor Daniel Johnston surgiu para o mundo da música no começo dos anos 80 havia quem o comparasse a Bob Dylan. A luta recorrente contra bipolaridade e esquizofrenia, no entanto, limitaram o alcance de sua carreira.
“Wesley Willis’s Joy Rides”. O tecladista de Chicago, nos Estados Unidos, Wesley Willis compôs boa parte de suas canções dentro de uma loja de instrumentos musicais, onde ele passava seus dias. Diagnosticado com esquizofrenia, o músico tornou-se um sucesso cult nos anos 90.

Com o mês de janeiro chegando ao fim, já deu tempo para todas revistas, sites e blogs publicarem as suas respectivas listas de Melhores Discos Nacionais de 2016. Mas afinal, quais foram os melhores discos nacionais lançados no ano passado?

Para responder a esta questão de uma forma mais justa, analisamos várias listas de discos nacionais publicadas, selecionamos 28 delas e inserimos numa planilha todos os discos citados, classificando-os pelos e pontuando os mesmos pelas suas respectivas posições. Quanto mais bem colocado, mais bem pontuado. Não entrou na contagem listas que mesclaram discos nacionais e internacionais, e aquelas que fizeram uma listona sem escolher favorito, nós atribuímos uma pontuação única para os discos citados.

Ao todo foram mais de 200 discos citados, ou seja, teve lista que listou apenas 10 discos, outros escolheram 50 discos e teve gente que fez lista com 150 discos.

Assim chegamos a este retrato simples que mostra de forma definitiva os discos que mais se destacaram em 2016.


Também preparamos um podcast especial, para quem quiser ouvir a lista de melhores com mais calma.

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Bruno Souto surpreendeu muita gente em 2013, quando se lançou solo e abriu seu coração em Estado de Nuvem, agradando saudosos fãs da Volver e atingindo um público que ouvia suas composições pela primeira vez.

Três anos depois – após uma temporada de volta ao Recife, com direito a shows da Volver -, Bruno Souto continua sua saga pelas grandes canções e se consolida como um dos grandes compositores de sua geração com Forte, um álbum mais pop, ou “pop adulto”, como ele mesmo faz questão de rotular.

E na última edição do ano da Estação Urb, visitamos Bruno Souto em seu retorno à São Paulo para falar sobre Forte, Volver, a desvalorização dos novos compositores brasileiros, entre muitas outras coisas.

Ano que vem tem mais!

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Nesta edição da Estação Urb recebemos a artista Marcela Vale, mais conhecida como Mahmundi, responsável por lançar um dos discos mais elogiados até agora, em 2016.

Bruno Dias foi até o apartamento da cantora, no bairro da Santa Cecília, em São Paulo (SP), e conversou sobre o processo de amadurecimento até lançar seu disco solo, comentou algumas músicas do disco e ainda falou sobre como está sendo lidar com as repercussões e críticas.

 

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Nesta edição falamos de:

– A a quarta edição da Semana Internacional de Música de São Paulo abriu inscrições para palestras e debates;

– Bruno Dias entrevista Marcelo Costa, editor do site Scream & Yell, que acaba de lançar o Tributo ao Alceu Valença

– Dois sons novos de Wado e Larissa Baq

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