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ESPECIAL: MELHORES DISCOS NACIONAIS DE 2016

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Os fãs brasileiros do Queens of the Stone Age tiveram que esperar mais de 13 anos para finalmente conseguir ver um show solo da banda aqui no Brasil. Antes de lotar o Espaço das Américas na última quinta (25/9), em São Paulo, com 7 mil pessoas para ver apenas Josh Homme e seus companheiros, o QOTSA só tinha se apresentado dentro de festivais por aqui: em 2001, quando Nicki Oliveri ficou peladão no Rock in Rio; 2010, dentro do festival SWU, em Itu, numa noite gelada e tendo que tocar antes de Linkin Park; e em 2013, no Lollapalooza Brasil, colocando os headliners Black Keys no bolso.

Com ingressos que se esgotaram com cerca de dois meses de antecedência, o Queens of the Stone Age mostrou gratidão aos seus admiradores brasileiros. Josh Homme fez questão de destacar a importância do Brasil na turnê do álbum …Like Clockwork (2013), que começou na mesma São Paulo, em março de 2013, no Lollapalooza.

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Assim como tem acontecido ao longo de toda a turnê, o show começou sem enrolações e com poucas palavras de Josh Homme, mandando a sequência You Think I Ain’t Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire; No One Knows (que desde a entrada do baterista Jon Theodore na banda, em 2013, passou a ser executada quase com perfeição ao vivo, à altura da original de Dave Grohl), trazendo o tradicional coro do riff feito pelo público; My God Is the Sun (que foi tocada pela primeira vez no Lollapalooza Brasil); e Smooth Sailing.

A lotação máxima do Espaço das Américas combinada aos pulos dos 7 mil fãs elevaram a temperatura da apresentação. A empolgação era tanta que Josh Homme prometeu (e cumpriu) atender ao coro por Mexicola, música do álbum homônimo de estreia do Queens of the Stone Age, de 1998. “Vamos tocar tudo que vocês quiserem porque vocês merecem, mas a próxima se chama I Sat by the Ocean“, avisou o vocalista.

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I Sat by the Ocean e …Like Clockwork, tiradas do último álbum do QOTSA, serviram para dar uma respirada antes da sequência mais insana do show: Feel Good Hit of the Summer, literalmente o momento mais quente da noite, que ainda teve um pedacinho de Never Let Me Down Again, do Depeche Mode, no meio; The Lost Art of Keeping a Secret, com um coro que cobria a voz de Josh Homme no refrão “Whatever you dooooo, ooo, don’t tell anyone”; If I Had a Tail, a melhor música de …Like Clockwork e um dos momentos mais sexy do show; e a pancada Little Sister.

Rolou uma respirada em Fairweather Friends, seguida pela sensualidade de Make It Wit Chu e voltando cair em I Appear Missing. O que fez muito sentido, já que logo na sequência veio a trinca mais pesada da noite, que antecedeu o bis: a pancadaria de Sick, Sick, Sick; a consagração do Queens of the Stone Age no Brasil, com Mexicola; e o hit Go With the Flow.

Josh Homme, Jon Theodore, Troy Van Leeuwen (guitarra e teclado), Dean Fertita (guitarra e teclado) e Michael Shuman (baixo) não demoraram pra voltar, tocando a oitava música do álbum …Like Clockwork na noite, The Vampyre of Time and Memory.

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Do It Again e A Song for the Dead, com direito a solo de bateria de Jon Theodore, fecharam a noite em que finalmente o Queens of the Stone Age conseguiu fazer uma festa privada para seus fãs brasileiros, que retribuíram o carinho.

Set List

– You Think I Ain’t Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire
– No One Knows
– My God Is the Sun
– Smooth Sailing
– Monsters in the Parasol
– I’m Designer
– I Sat by the Ocean
– …Like Clockwork
– Feel Good Hit of the Summer (citação de “Never Let Me Down Again”, do Depeche Mode)
– The Lost Art of Keeping a Secret
– If I Had a Tail
– Little Sister
– Fairweather Friends
– Make It Wit Chu
– I Appear Missing
– Sick, Sick, Sick
– Mexicola
– Go With the Flow

Bis

– The Vampyre of Time and Memory
– Do It Again
– A Song for the Dead

[TEXTO Bruno Dias FOTOS Marcos Hermes/Move Concerts/Midiorama]

Como aquecimento para o lançamento de seu quarto álbum, Enemy Gospel, o Orange Disaster lança nesta quinta (11/9) o single Right Side of My Brain, com direito a clipe e show especial em São Paulo.

Formado por Júlio Cesar Magalhães (vocal), Vinicius Favaretto (guitarra solo/efeitos), Rafael Laguna (guitarra base grave), Carlos Freitas (guitarra base/efeitos) e Davi Rodrigues (bateria/synth), além do músico convidado Gutemberg Almeida (bateria), a banda embarca para a Alemanha em outubro, onde o LP está sendo prensado, aproveitando para realizar uma turnê, que também passará pela França.

Enemy Gospel será lançado digitalmente no dia 7 de outubro e foi gravado no Estúdio Flamingo pelo Davi, com produção do próprio Orange Disaster, que também contou com a ajuda dos produtores Aécio Souza e Paulo Penov em algumas sessões. A mixagem e masterização foi realizada em Hamburgo, na Alemanha.

O show de lançamento do single Right Side of My Brain rola nesta quinta, no Hotel Tees (Rua Matias Aires 78), a partir das 20h. A entrada é gratuita!

Serviço:

Lançamento do single/clipe Right Side of My Brain
11/09
20h
Local: Hotel Tees
Rua Matias Aires 78
Entrada Grátis

Falar de Questlove apenas como baterista do The Roots é pouco para definir a trajetória de um dos caras mais criativos da música.

Ahmir Khalib Thompson nasceu em 1971, na Filadélfia, e cresceu em uma casa cheia de música, graças a influência do pai, Lee Andrews, que na década de 50 liderava o grupo de doo-wop Lee Andrews & the Hearts.

Nesse Fireside Chat, Questlove conta como foi incentivado pelo pai a tocar bateria e como formou o The Roots ao lado de Black Thought (Tariq Luqmaan Trotter), comentando sua evolução como músico, produtor e contando histórias de bastidores do grupo.

Ele também comenta suas parcerias com D’Angelo, Jay Z e Common, tudo embalado por muita música em uma hora de programa.

Em 1959, Nelson Rodrigues deu vida o contraventor Boca de Ouro, um bicheiro com dentes de ouro, batizado pela mãe sob uma torneira aberta em uma pia de banheiro, e que seduzia mulheres casadas para derreter suas alianças para financiar seu sonho de ser enterrado em um caixão de ouro. Alguns anos depois, em 1963, o canastrão Jece Valadão encarnou o personagens no cinema, colocando o personagem no hall dos filmes cults nacionais.

Meia década depois, Renato Martins e Arnaldo Hirai resolveram homenagear o sedutor bicheiro ao batizarem um dos bares mais legais de Pinheiros de Boca de Ouro Bar Sinuca e Bilhar. O bar não tem fachada e nem aqueles letreiros chamativos de marcas de cerveja que fisgam os transeuntes desatentos na rua. Ali no comecinho da Rua Cônego Eugênio Leite, apenas uma vitrine com uma plaquinha “Estamos abertos” é o sinal de um bar que guarda e zela pela trinca de ouro de um bom boteco: boa comida, boa bebida e boa música.

Quem já frequentou o Boca de Ouro sabe que ali é satisfação garantida. O bolovo da casa é de chorar de bom, a carta de cervejas é caprichada, o Negroni que eles preparam é um dos melhores de São Paulo e a trilha-sonora da casa é tão boa que é frequente ver o Renato e o Arnaldo darem uma pausa atrás do balcão para explicar para um freguês o que é que está tocando no radinho que fica ali, escondido no meio dos copos.

(Siga esta playlist no Spotify)

Tim Maia, Jhonny Thunder, Otis Redding, Lex Baxter, James Carr, Marlena Shaw e Gerson King Combo são apenas alguns dos artistas que fazem o pano de fundo para uma noite agradável de boa botecagem ali no Boca de Ouro.

Para facilitar o trabalho, Renato criou um tumblr do bar, onde vai postando sempre as músicas que rolam ali no bar. Mas para facilitar ainda mais a lista e estrear esta seção nova do Urbanaque com estilo, criamos para vocês a playlist O Som do Boca de Ouro. Aproveitem!

Onde fica:
Boca de Ouro
Rua Cônego Eugênio Leite, 1121
Telefone: (11) 4371-3933

O que pedir:
Bolovo, Negroni e Way Amburana Lager.

Nem sempre um café bonito serve um bom café, mas quando você encontra um lugar que possui essas duas características é sinal de fidelidade na certa. E vou dedicar este post para falar de dois lugares que valem a pena visitar  no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP).

kof

O primeiro deles é o recém-inaugurado KOF – King of The Fork, situado no número 1.317 da rua Arthur de Azevedo. O lugar é todo inspirado na cultura do ciclismo e reflete a paixão dos sócios Camila Romano e Paulo Filho, que se conheceram pedalando e resolveram fundar o café agora, na segunda quinzena de julho. O nome do café é uma referência a “King of The Mountain”, prêmio dado ao ciclista que teve o melhor desempenho em subida.

Na calçada, um paraciclo que raramente fica vazio. No interior da loja, vários acessórios de luxo pra os ciclistas de plantão: mochilas Poler, selins Brooks, caixas de ferramentas, luvas e capacetes.  Tudo isso acompanhado, é claro, de cafés muito bem tirados e quitutes gordurosos – e saborosos – como waffle lambuzado de manteiga. Mas sem perder o foco, vamos ao café. Neste caso, vamos falar do capuccino.

A primeira coisa que avalio em lugares arrumadinhos como estes é o atendimento e o quanto o cara atrás do balcão entende do negócio. No caso do Kof, além de ter sido muito bem atendido, o capuccino para viagem veio na temperatura certa, na medida certa, cremoso e saboroso. Além de ter chegado quentinho até o trabalho, umas duas três quadras dali. Vale a pena pagar R$6. E quem chega pedalando, tem água de graça.

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O segundo café analisado é o Faire La Bombe Patisserie, ali no número 223 da Rua dos Pinheiros. O lugar é todo charmoso, com mesinhas na calçada, fachada toda de madeira, letreiros bonitinhos, interior todo decorado e recheado das bombas de chocolate mais pornográficas e saborosas de São Paulo. Prove quase todas sem medo, a minha favorita é a de café, mas te aconselho a evitar as salgadas, que além de caras, são gordurosas demais.

Agora vamos ao que interessa. O capuccino de macadâmia da casa. Costumo brincar com os amigos que Jesus passou por ali e deixou esta abençoada receita para o deleite dos clientes. Um capuccino cremoso, na medida certa e temperado com um xarope de macadâmia que adoça a bebida na medida certa e ainda deixa um perfume que impregna o paladar do primeiro ao último gole. Também vale os R$6 investidos no café e mais uns R$6 na bomba.

Serviço:
KOF – King of The Fork
R. Artur de Azevedo, 1.317, Pinheiro

Faire La Bombe Patisserie
Endereço: R. dos Pinheiros, 223 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05422-010
Telefone:(11) 2628-7667

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