PODCAST | ESTAÇÃO URB #22 | BRUNO SOUTO

O pernambucano fala de seu segundo disco solo, Forte, e sobre a sua fase pós banda Volver

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PODCAST | ESTAÇÃO URB #20 | MAHMUNDI

Marcela Vale fala sobre o processo de amadurecimento até lançar seu disco solo

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ESPECIAL: MELHORES DISCOS NACIONAIS DE 2016

Analisamos 28 lista de melhores discos nacionais para eleger os 10 melhores discos de 2016

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Além de reunir brasileiros e gringos consagrados no seu line up, o Porão do Rock está de olho na cena da cidade sede do festival, Brasília. É através de seletivas regionais que as novas caras têm a oportunidade de mostrar porque merecem um lugar na programação do Porão.  Até então, seis estreantes já foram selecionadas: Falls of Silence, Prisão Civil, Penteando Macaco, The Egoráptors, Cadibóde e Rios Voadores. A seletiva de Planaltina, programada para o dia 11, definirá a última.

Originada em Brasília, a Rios Voadores foi a vencedora do festival Chilli Beans, batendo outras onze bandas. Com o primeiro lugar, ganharam a chance de tocar imediatamente antes de Lobão, que fechará o palco BRB no sábado, 31 de agosto.

Antes do velho lobo, o público poderá conferir a performance do quinteto, fronteado pela atriz, cantora e obcecada pela cultura sessentista Gaivota Naves. É essa referência que a Rios traz com mais força em seu som. Ouvindo com atenção, pode-se achar ecos de diferentes abordagens da psicodelia e do rock progressivo. É a mistura das particularidades que cada integrante traz pra Rios Voadores, como Gaivota detalha.

“Acaba que todos amam essa sonoridade em suas facetas diferentes, eu mas na onda brasileira (Casa das Máquinas, Som Nosso de Cada Dia, Mutantes, Bango, Perfume Azul do Sol, Lula Cortes ) o baterista Helio e o baixista Beto mas no prog (Yes, Genesis) o guitarrista Marcelo no feeling pinkfloydmaniaco, o guitarrista Gabriel com a psicodelia mineira (Sá Rodrix e Guarabira, Som Imaginário) e o tecladista Tarso com as loucuras estranhas em geral”.

De banda de amigos que realizava shows surpresa em espaços públicos à atração do Porão do Rock, a Rios Voadores passou por uma trajetória de pouco mais de um ano, com muito trabalho e transformação. Como? A vocalista quem conta.

“Nós nunca tínhamos competido e a cada fase (do Festival Chilli Beans)  que íamos passando nos tentávamos bolar novas brincadeiras no palco assim como novos arranjos. Acabou sendo um processo em que nós nos reinventamos e foi genial porque entramos num outro ritmo de trabalho”, resume. Cada música nova era um processo em andamento, que a cada show “ia crescendo” conforme explica Gaivota. “Com o festival, nós tivemos que realmente centrar e trabalhar já desde o inicio os arranjos e harmonias com precisão”. A banda está afinando a performance em ensaios reforçados para o Porão.

A Rios Voadores tem três músicas gravadas, que podem ser ouvidas no soundcloud da banda, e atualmente trabalha para o lançamento de uma demo, em breve. O disco cheio, segundo Gaivota, deve sair no primeiro semestre de 2014.

[TEXTO: Janaína Azevedo FOTOS: Divulgação]

Você pode até desacreditar da força do reggae, mas a verdade é que ela é infalível. Uma quinta-feira com tantas opções na cidade de São Paulo poderia facilmente ameaçar a quantidade de público para o show de Pato Banton no Cine Jóia. Mas no final, tudo deu certo.

Pato Banton é uma lenda que teve seus momentos de glória nos anos 90 com sucessos nas rádios, especialmente no Brasil. Depois de muitos anos, Banton caiu em esquecimento como muitos outros de sua época. Dizem até que morou no Brasil por um tempo. Não se sabe se é verdade ou apenas uma piada pela quantidade de vezes que vinha ao país fazer shows em casas como o extinto Reggae Night na zona sul de SP.

O fato é que, se por um lado Pato Banton realmente não fez nada de relevante ou novo nos últimos anos, a experiência do show em si valeu muito a pena. Banton ao vivo faz reggae, ragga, hip-hop e, acima de tudo, se diverte e põe o show em clima de festa. Ele sabe fazer show como nos velhos tempos. Show divertido, popular e com uma banda competente. No setlist, uma mistura de sucessos próprios e Bob Marley (quem nunca?). Ali estavam jamming, go pato, this is my opinion, i do not sniff coke e todos aqueles sons que você sabe cantar mas não sabe o nome.

Durante o show no Cine Jóia, Banton demonstrou carisma e felicidade, totalmente conectado ao público diverso que variava de fãs nostálgicos a regueiros jovens e velhos. Pato queria agradar seu público e demonstrava isso o tempo todo.

O ponto baixo foram os problemas de som, que não são novidade na casa de shows da liberdade.
O ponto alto foi a participação surpresa e inesperada de Afrika Bambaata. Esta outra lenda mais passeou no palco do que de fato cantou, mas o encontro dos ambos foi memorável.

E fazendo um paralelo justo, eu diria que Pato Banton não teve a sorte nos últimos anos como Jimmy Cliff teve. Talvez se também tivesse caído nas graças de Tim Armstrong (Rancid) ou algum outro grande produtor, tivesse feito um bom disco e renascido.

GO PATO!

[Texto Bruno Tozzini / Fotos: @vanqueiroz]

Na mais nova edição do Postal BR, o convidado da vez é o cantor pernambucano Ricardo Chacon. Nome bastante conhecido na cena musical noturna do Recife, Chacon vem procurando sempre se reinventar, compilando ritmos que vão do rock à cumbia, com o que há de mais atual na MPB.

“ChakaNights”, o atual trabalho de Chacon dá continuidade a sua carreira autoral, depois de ter gravado o álbum “Terra Papagali Coffee Shop” em 2008. No programa Postal BR, Chacon convidou Gabriel Izidoro, guitarrista da A Banda de Joseph Tourton, para tocar escaleta e violão ao seu lado.

Após a sessão acústica e ao vivo, o programa segue com um playlist especial de lançamentos de bandas brasileiras incluindo nomes como “Do Amor”, “Ex-Exus” e “Orquestra Brasileira de Música Jamaicana”. Este programa é apresentado por Jarmeson de Lima, do Coquetel Molotov, diretamente de Recife.

Aperte o play!

Caio Bosco já tem uma longa trajetória na música brasileira, desde seus trabalhos com o Radiola Santa Rosa, e agora em uma elogiada carreira solo, que conta com um disco completo e alguns EPs.

Para acompanhá-lo na sessão acústica tem o Zebra Zebra, outro nome que vêm se destacando na nova música brasileira.

E pra abrir a nossa tradicional playlist marota do Postal BR especial Urbanaque uma das parcerias mais aguardadas desse ano, Wado e Cícero, na canção Zelo. Faixa que faz parte do novo CD de Wado, Vazio Tropical, que conta ainda com produção de Marcelo Camelo e participações de Momo e Mallu Magalhães. Também temos Baianasystem, o funk de Mc Guimê, Clarice Falcão e Sexy fí.
É só apertar o play 😀

D.Mingus e Juvenil Silva fazem parte de uma nova cena do Recife, compartilhando influências em comum e parcerias com outros músicos da cidade. Mesmo trabalhando com estilos e poucos elementos em comum, tanto D.Mingus quanto Juvenil representam uma nova geração de artistas autodidatas que produzem tudo em seus home-studios.

Na edição nº 24 do podcast Postal BR, veiculado pela Red Bull Music Academy Radio, os dois artistas convidados aparecem tocando suas músicas em versões folk, na base do violão acústico. D.Mingus apresenta as canções “Filmes e quadrinhos” do disco homônimo e “Naturalmente punks” do disco “Fricção”. Juvenil apresenta as músicas “Bodeado” e “Misturado”, presentes no repertório do disco “Desapego”, lançado no início deste ano.

Após a sessão acústica e ao vivo com os convidados especiais, o programa segue tocando novidades de bandas e artistas nacionais como Wado, Catarina, Zudzilla e Clarice Falcão. O programa Postal BR é apresentado por Jarmeson de Lima e pode ser conferido online na Internet no site www.rbmaradio.com.