O VMA 2018 foi puxado…

Parece aqueles papos de velho que não entendem os tempos modernos e os artistas da vez, mas juro que não é bem assim. Ou pode ser, sei lá.

O fato é que, conversando entre amigos e pelo que acompanhei nas internets, esse parece ter sido um dos MTV VMAs mais insossos da história da premiação. E olha que nos últimos anos não tem sido difícil conseguir esse título ingrato.

A galera dos hits tava lá. Alguns. Tipo a Cardi B, a Camila Cabello, o Post Malone… Mas faltou algo ou alguéns. Beyoncé? Kendrick? Gaga? Drake? O maior vencedor da noite, Childish Gambino? A sensação é que quem realmente importa, mesmo que não esteja necessariamente com músicas no top 10 da Billboard, não deu bola pra premiação. Ou a agenda não bateu, acontece.

O perfil oficial do VMA no Instagram inclusive criou um baita buzz, deixando no ar “que tudo poderia acontecer”. Certo eles, assim conseguiram prender a galera que teve coragem de assistir até o final na esperança de alguma apresentação surpresa ou de algum acontecimento inesperado – isso até a MTV com certeza também queria.

E o grand finale com Madonna homenageando ela própria, quando deveria ser a Aretha Franklin, foi no mínimo meio estranho. A gente ama a rainha do pop, porém não caiu bem.

Para não parecer que não teve nada de interessante e que sou uma pessoa amarga, a apresentação da Ariana Grande com “God is a Woman” mostrou que ainda tem gente nova e esforçada no pop. E o megamix da Jennifer Lopez também foi digno de nota, a moça tem muitos hits. Shawn Mendes molhado de camiseta branca? Mais alguém?

Ah, também rolou um encerramento com Post Malone e Aerosmith. Rockstars, saca?

um escrevedor aficionado por música pop, quadrinhos, cinema, games, etc.

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